Parece ser o limiar aceitável de "apoio popular democrático" para um regime que este homem comanda, ininterruptamente, há quase 33 anos. Até à UNITA foi permitido quase dobrar a votação que obteve em 2008 (18.22% contra 10,36%). A coisa promete... lá para 2024.
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domingo, 2 de setembro de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Uma notícia e sua ilustração
A notícia, veiculada pela Lusa, é que vão ser construídas 7 (sete) novas centrais de produção eléctrica, a fuel, em Angola. A fotografia que o Sol escolheu para a ilustrar é esta:
Será que foi descoberta uma tecnologia revolucionária de produção de fuel eólico ou será de eólicas alimentadas a fuel que se estará a falar? Pouco provável, em qualquer caso. Talvez se pretenda, apenas, iludir o leitor.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
O despudor fiscal do Monstro
Quantas vezes já nos contaram a patranha segundo a qual o "combate" à evasão fiscal é algo de moralmente imperativo porque - assim reza a ladainha - se "todos pagassem a sua parte", a carga fiscal sobre os cumpridores seria inferior à que existe?
Ora, se algo tenho por certo é que, pelo contrário, quanto maior for o nível de impostos arrecadados maior será o nível de despesa pública o qual, por sua vez, exigirá ainda mais e maiores impostos, seja no presente, seja de modo diferido (para pagar a dívida pública).
O que o Governo, recorrendo à mentira costumeira, nos vem agora pedir é que colaboraremos no apertar do "torno fiscal", a troco da dedução de uns miseráveis euros na colecta do IRS, numa inspiração sul-americana, que embarquemos no canto da sereia insaciável da despesa estatal. Fá-lo precisamente no ano em que, num pérfido exercício de novilíngua, "matou" as deduções fiscais na educação, saúde, PPR, etc., para diminuir a "despesa fiscal" (repescando a habilidade linguística introduzida por Teixeira dos Santos para camuflar uma nova e REAL subida de impostos).
Considero tudo isto um autêntico insulto à inteligência do contribuinte pois só há uma via para a redução dos impostos: a correspondente redução da despesa pública. Que saibamos ater-nos a esta simples verdade.
Ora, se algo tenho por certo é que, pelo contrário, quanto maior for o nível de impostos arrecadados maior será o nível de despesa pública o qual, por sua vez, exigirá ainda mais e maiores impostos, seja no presente, seja de modo diferido (para pagar a dívida pública).
O que o Governo, recorrendo à mentira costumeira, nos vem agora pedir é que colaboraremos no apertar do "torno fiscal", a troco da dedução de uns miseráveis euros na colecta do IRS, numa inspiração sul-americana, que embarquemos no canto da sereia insaciável da despesa estatal. Fá-lo precisamente no ano em que, num pérfido exercício de novilíngua, "matou" as deduções fiscais na educação, saúde, PPR, etc., para diminuir a "despesa fiscal" (repescando a habilidade linguística introduzida por Teixeira dos Santos para camuflar uma nova e REAL subida de impostos).
Considero tudo isto um autêntico insulto à inteligência do contribuinte pois só há uma via para a redução dos impostos: a correspondente redução da despesa pública. Que saibamos ater-nos a esta simples verdade.
terça-feira, 3 de julho de 2012
As maravilhas do planeamento central também em Angola
Já há muito que conhecemos as cidades fantasma chinesas que constituem importantes sinais do artificialismo de uma parte, provavelmente bem significativa, do crescimento económico anunciado pelas autoridades de Pequim - a que respeita ao dirigismo centralizador num keynesianismo de olhar amendoado. Mas de todo o que nunca tinha ouvido falar é de uma cidade fantasma nos arredores de Luanda, ainda que construída por chineses... Veja aqui o vídeo da BBC.
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