Mostrar mensagens com a etiqueta Christine Lagarde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Christine Lagarde. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de julho de 2017

Medo do futuro ou antecipar um modo de controlo

Ler aqui

Os curadores estão a assumir uma posição acerca das novas tecnologias financeiras.
Se é uma atenção genuína, isto é, se visa analisar a sua natureza e as suas potencialidades para evitar os erros cometidos no passado e no presente... tenho dúvidas. Muitas.

E repare-se a legenda escolhida para a imagem. Esta atenção à China, pela perspectiva das potencialidades disruptivas é também curiosa. E muito.

O título é delicioso no processo de transferência que faz da atenção aos perigos apenas para o que é novo. Como se as tecnologias e estratégias financeiras dos últimos cem anos não tivessem riscos. E a tomar as palavras de Yellen na semana passada, esta gente julga que não há riscos nenhuns nas "jogadas das mentes brilhantes" dos últimos cem anos.

Está bem, está bem. Acredita quem quiser.

sábado, 18 de abril de 2015

Cadência e ritmo

Extensão dos movimentos tectónicos

Não sei se me será possível vislumbrar todo o alcance dos mais recentes episódios relativos ao sistema monetário internacional em vigor, em particular face às pressões tectónicas de novos agentes como a China ou a Rússia.
Mas as dinâmicas que exigem novos equilíbrios e enquadramentos está claramente a aumentar. E são, claramente, sublinhadas ao mais alto nível no decorrer dos encontros de primavera do FMI.
No primeiro vídeo podemos ouvir Christine Lagarde a confirmar que a intenção de arrumar o novo equilíbrio monetário de acordo com as novas tensões, incluindo o renminbi no cabaz de moedas a que estão ligados os direitos especiais de saque (SDR).
No segundo caso, e em reacção a intervenções de Lew por parte dos EUA, as equipas oficiais de trabalho envolvidas nas negociações, afirmam que a moeda chinesa demonstra ter todas as condições para ser incluída nas paridades dos SDR´s.
Reconhecemos o ritmo?





sábado, 13 de dezembro de 2014

Radar

Por cá vamos seguindo a novela da CPI/BES, vamos ouvindo a cantiga de embalo dos candidatos às próximas eleições e nada vemos para lá destas cortinas de fumo. No final de uma semana muito complexa nos mercados e onde, inclusive, as taxas sobre a nossa dívida registaram subida importante, uma importante declaração da directora do FMI - Christine Lagarde - foi tornada pública. Nesta declaração assume-se que o Fundo vai avançar para o plano B, uma vez que os EUA se recusaram (já o fazem desde 2010) a aprovar as modificações ao esquema de quotas para o Fundo. Lagarde diz tudo o que é preciso dizer: vamos avançar numa abordagem alargada e multipolar já em Janeiro de 2015. Sem os EUA, pelo que parece.
Será possível conceber o alcance das consequências económicas, financeiras e políticas desta declaração, tendo por contexto a euforia em torno do dólar?