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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Insidiosos avanços civilizacionais


Manobra reveladora da natureza - a verdadeira, insisto - do sistema democrático em que vivemos. Desconheço, de momento, se o executivo já tomou posição definitiva. Ou se é um balão de ensaio que a imprensa aceita em fazer, libertando sussurros da "voz do dono" para aferir da reacção popular.
A proibição de espectáculos desportivos em dia de eleições é um delicioso vislumbre dos avanços civilizacionais que os democratas têm reservados para nós.
Por que razão se fica por esses espectáculos?
Por que razão não se proíbem os almoços em família?

Ainda chegaremos à obrigatoriedade legal de votar.

Avanços...

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Vocações

Retomando os amores abstractos


No seguimento da exploração feita em (Desafio Reflexivo) acerca da paixão pelo abstracto a que liguei também os conceitos de fuga e apagamento, tento agora identificar algumas das instâncias através das quais esses conceitos-orientadores vão, paulatinamente, concretizando um plano vasto e nebuloso.
Sublinhámos que aqueles conceitos se vão estabelecendo como pressupostos justificadores do discurso e da acção política, económica e social. Pelo que gostava de tentar mostrar que um dos mais importantes passos desses amores pelo abstracto no domínio económico se pode vir a concretizar através da proibição da utilização de moedas físicas no sistema económico. Terá certamente outros precedentes e outras raízes, mas a “teoria de uma sociedade sem moeda” que Kenneth Rogoff deu à estampa no ano passado tem ganho a atenção de muitos agentes, dado o alcance que a concretização dessa teoria teria nas presentes circunstâncias no actual sistema financeiro, monetário e económico.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Desafios Reflexivos

A propósito de amores abstractos


Gostava de trazer à consideração dos nossos leitores um artigo publicado por Daniela Silva n´O Insurgente (aqui). É, julgo, uma importante e oportuna reflexão levada a cabo acerca do ambiente moral em que vivemos.
É importante, pois foca a sua atenção no impulso e orientação do discurso e da acção – nas vertentes política, económica, social e cultural - para o global e para o abstracto. Identifico esta orientação como a tentativa de concretização de uma fuga e de um apagamento.