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sábado, 28 de abril de 2018

Vislumbre do Mal

"Então para si, só conta o lado moral da questão?"

Esta pequena pérola mostra em segundos o que, durante décadas, muitos evitam ver e outros tentam esconder. Evitar reconhecer as ramificações, as derivações e as esferas por onde se projectam o poder dos estados e de interesses especiais no seio dele (neste caso, claro, através dos meios de comunicação convencional) torna-se mais difícil. Deveria ser suficiente para promover uma "reacção popular" (notem-se as aspas) semelhante às que vamos assistindo globalmente acerca de questões de natureza e origem mais duvidosa.
Este vídeo é uma revelação da natureza de todo o sistema de poder. Em particular nos países que asseguram para si o estatuto de excepção no exercício do poder global, exibindo-se como paradigma de sociedades livres e justas.
Não reconhecer a extensão deste Mal é, só por si, participar dele.

Sem mais demoras, convidamos os leitores a ver o vídeo.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Citação do dia (185)

“O Estado não é um bando de homens, com as suas armas, prisões e recursos. O Estado é a atitude de cada súbdito para com aqueles homens e as suas maquinações, bem como os mitos que moldam aquela atitude. O Estado é uma “grande ficção”, como disse Frederic Bastiat. Ou uma “perigosa superstição” como considera Larken Rose.
O Estado é a ameaça e a mentira do rufia que a vítima interioriza. O síndrome de Estocolmo institucionalizado. O Estado é a doença que vive na mente das suas vítimas. É aí, na batalha das ideias, que o Estado tem de ser verdadeira e totalmente vencido.
Um Estado sem legitimidade é uma contradição nos próprios termos. Destruir a legitimidade na mente dos seus súbditos, expondo as mentiras que suportam aquela legitimidade é já ter vencido e aniquilado o próprio Estado. Assim deixando um minúsculo bando criminoso no seu lugar.”