Foi no dia 16 de Março que foi publicada. Imaginemos, por um momento, o berreiro que por aí andaria se tivesse sido o Papa que, numa alocução na praça de São Pedro, tivesse apelado à destruição de todas as mesquitas nos países de matriz cultural judaico-cristã... É assim particularmente notável a preocupação humanitária (!) dos sauditas com a situação na Síria, já não falando da perplexidade que causa o abundante e generoso apoio financeiro com que os norte-americanos presenteiam Riade.
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quinta-feira, 22 de março de 2012
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Dislates em 2011: um começo luxuriante (2)
«Mas o WikiLeaks tem algumas debilidades. Uma que é conhecida é que Israel foi poupado. Toda a gente esperava que, havendo uma libertação de documentos, Israel fosse o país mais embaraçado. Suspeita-se hoje que havia um acordo entre o Julian Assange e o primeiro-ministro israelita.» - Boaventura Sousa Santos, entrevista ao i publicada em 01-01-2011.
WikiLeaks: Israel preparava-se em 2009 para uma "guerra em grande escala" no Médio Oriente. (Diário de Notícias, 02-01-2011).
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Racismo = Multiculturalismo?
Segundo o Libertad Digital (que cita o Le Monde),
Nota: por que razão será que não vi nenhuma referência a esta notícia nos jornais ou nas televisões cá pelo burgo?
El ex comisario europeo, el holandés Frits Bolkestein, ha suscitado una viva polémica en su país por incitar a los judíos a abandonar los Países Bajos, donde cree que pueden ser víctimas del antisemitismo que está creciendo entre los jóvenes de origen marroquí.
"Los judíos deben ser conscientes de que no hay futuro en los Países Bajos", dijo el ex comisario europeo.
Bolkestein les aconseja que inciten a sus hijos a emigrar a los Estados Unidos o Israel.
"Bolkestein se equivoca completamente: no son los judíos, sino los marroquíes antisemitas quienes deben dejar el país", dijo Geert Wilders, líder del Partido por la Libertad, cercano al Partido Liberal de del Bolkestein.
Acrescenta o LeMonde que Bolkestein lançou, no seu país, no início dos anos 90, o debate sobre a integração e o multiculturalismo.
Nota: por que razão será que não vi nenhuma referência a esta notícia nos jornais ou nas televisões cá pelo burgo?
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Sociedade Aberta
«We should therefore claim, in the name of tolerance, the right not to tolerate the intolerant. We should claim that any movement preaching intolerance places itself outside the law, and we should consider incitement too intolerance and persecution as criminal, in the same way as we should consider incitement to murder, or to kidnapping, or to the revival of the slave trade as criminal.» (Karl Popper, The Open Society and Its Enemies (Vol 1))
À luz desta citação é interessante ler primeiro, esta entrevista e, de seguida, este artigo.
(Devidas vénias ao Cachimbo de Magritte e ao Insurgente)
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