Representante do Partido Comunista Chinês que reuniu com António Costa diz que o partido está disponível para aprofundar os laços com o Partido Socialista.
Preparam um dos possíveis cenários pós-eleições?
Dados os vários contactos com representantes europeus ultimamente, os chineses sublinham a proximidade connosco. Curioso.
Ver aqui e aqui.
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
Radar
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Swaps - o Estado especulador
Via Blasfémias, cheguei ao Banda Larga que recorda uma didáctica intervenção do prof. João Cantiga Esteves quanto ao tema dos swaps. Nela, Cantiga Esteves separa a espuma da substância de um tema que, à boa maneira portuguesa amplificada pela generalidade da comunicação social, procura a todo o custo ofuscar o essencial - a especulação promovida pelo próprio Estado para, a qualquer custo e recorrendo a todo o tipo de artimanhas, encontrar financiamento para prolongar níveis de despesa insustentáveis em mais um exemplo de irresponsável e criminosa fuga (despesista) para a frente.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Mal posso esperar por Daniel Oliveira e Basílio Horta
Isabel Moreira adere ao PS. "Seguro disse-me: bem-vinda à família"
É sempre com alguma comoção que se assiste às reunificações de famílias desavindas.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
O mundo funcionava razoavelmente até que os sinistros neoliberais tudo desregularam provocando a crise
Mais coisa menos bico, o título do post resume razoavelmente a "narrativa" habitual do discurso público, dos partidos políticos aos media do mainstream. É certo que há cambiantes mas, relativamente aos partidos do "arco de governação", há apenas isso. Pequenas cambiantes.
O que se passa entre nós não é muito diferente da situação da generalidade do mundo ocidental. Veja-se, por exemplo, o caso dos EUA que mantêm uma estatística desde 1936, quanto à actividade legislativa federal: novas leis e regulamentos federais (ou meras alterações à legislação/regulamentação existentes) incluindo também as propostas que não chegaram a tornar-se efectivas. Toda esta actividade é registada no Federal Register e, como se pode observar no gráfico seguinte (dados provenientes daqui), só sugere uma pergunta: mas afinal onde é que está visível a desregulamentação?
O que se passa entre nós não é muito diferente da situação da generalidade do mundo ocidental. Veja-se, por exemplo, o caso dos EUA que mantêm uma estatística desde 1936, quanto à actividade legislativa federal: novas leis e regulamentos federais (ou meras alterações à legislação/regulamentação existentes) incluindo também as propostas que não chegaram a tornar-se efectivas. Toda esta actividade é registada no Federal Register e, como se pode observar no gráfico seguinte (dados provenientes daqui), só sugere uma pergunta: mas afinal onde é que está visível a desregulamentação?
Ou dar-se-á o caso de o valor semântico da "desregulamentação" se ter alterado entretanto? Para investigar essa hipótese consultemos, por exemplo, o Merriam-Webster. Traduzo: "o acto ou processo de remover restrições e regulamentos". Hipótese infirmada, pois. Alguma sugestão dos leitores?
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Nota: alguns amigos fizeram-me notar a ausência, na opinião deles excessiva, de argumentação formal (matemática/simbólica) nos meus modestos escritos por aqui. Pois bem: desta vez levam com uma regressão linear (que gera a curva de tendência a laranja no gráfico). Agradecendo à nova versão do Excel, aproveito para acrescentar o "doce" da equação da recta bem como do R2 (o qual, rondando os 0.9, sugere uma forte correlação estatística, entre a mera passagem do tempo e a crescente regurgitação legislativa e regulamentar). E pronto, a estatística confirma o que os não-distraídos e que trabalham nas empresas há muito sabiam.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
E eis que regressa a teoria das "almofadas" orçamentais
de resto parte integrante do pensamento mágico circunstante (ou será estruturante?):
Pro memoria - Almofada no OE 2012: conheça as contas do PS
Taxa sobre pensões pode cair [em 2014].
Pro memoria - Almofada no OE 2012: conheça as contas do PS
sexta-feira, 8 de março de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Novidades teóricas-práticas do crescimento e desemprego
Uma de índole doméstica, que deriva de uma inabalável fé nas virtudes da despesa pública já não apenas por "opção ideológica" mas agora também por mero "realismo". António José Seguro, resolveu escrever uma carta à troika queixando-se dos efeitos da política por ela prescrita (cujos termos, não o esqueçamos, foram no essencial fixados no "turno" de Sócrates/Teixeira dos Santos) e que classifica de austeridade expansionista recorrendo à figura, particularmente adequada, do oxímoro1. É mais um afloramento das teorias crescimentistas que tão boa conta têm dado de si - agora como no passado -, desta vez veiculadas sob forma epistolar. Enfim, já sabemos que do PS não vem muito mais que isto, para além da sua responsabilidade directa em 3 (três) pré-bancarrotas em pouco mais de 30 anos.
Além fronteiras, o fustigador-mor das políticas de "austeridade expansionista" (por exemplo, aqui onde cita "contra-evidências"1 ou aqui, entre as múltiplas investidas publicamente conhecidas) trouxe-nos ontem uma crónica histórica: Paul Krugman, pelo seu próprio punho, admite finalmente que já não é economista. Assim, e contrariamente ao que o próprio escreveu no seu manual universitário quanto aos efeitos não-intencionais (diminuição dos níveis de emprego) em consequência de aumentos mandatórios do salário mínimo, vem agora desdizer-se clamando que a recente proposta de Obama, anunciada no último discurso do Estado da União, de aumentar o salário mínimo é, afinal, uma "good policy".
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1Que os economistas empiricistas adoram criar e debater.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Indignações, paradoxos e despudor
Carlos Zorrinho, hoje no parlamento, perguntando ao Governo: "Que critérios basearam as vossas decisões para que o vosso corte [nas fundações]fosse tão diminuto?"
Entretanto, hoje pela manhã, a indignação de Vítor Ramalho, presidente do INATEL, era bem patente, na "caixa" de topo do i de hoje:
Pensando nos mais novos (e nos mais esquecidos), André Azevedo Alves, faz notar o que parece ser uma nostalgia dos tempos da FNAT - Fundação Nacional para Alegria no Trabalho (o antecedente do INATEL), uma organização directamente moldada do corporativismo fascista de Mussolini.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
As folgas de António José Seguro
António José Seguro, a 8 de Novembro de 2011, em entrevista à TVI, afirmava que o OE 2012 estava almofadado com uma "folga" de 900 milhões de euros pelo que seria possível, em 2012, "devolver" um dos subsídios aos funcionários públicos evitando assim esse desnecessário sacrifício (não era o próprio governo, afinal, que queria ir além da troika?). Esta teoria da "folga" tinha aliás sido, uns dias antes, divulgada por um grupo de trabalho do PS que apontava mesmo para um valor seguramente superior a mil milhões de euros e acusava ainda o governo de proceder a "um empolamento nas projecções para a queda das receitas fiscais"!
Com as sucessivas divulgações das sínteses da execução orçamental (hoje saiu a referente ao período de Janeiro a Agosto), esta "teoria da folga" foi compreensível e rapidamente engavetada (mas não morta). Adoptando o conhecido provérbio "enquanto o pau vai e vem, [o PS] folga as costas", Seguro reciclou-a numa outra variante: a da "teoria da folga externa". Nesta, será agora o recurso à generosidade do BCE e às prestimosas "políticas de crescimento e emprego"(?!) de Bruxelas que nos evitarão "desnecessários" sacrifícios.
Pobre país!
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
A inversão dos termos
Segundo noticia o Expresso, para o líder do PS, António José Seguro, "A austeridade não pode destruir o Estado Social". Pias palavras.
Pelo contrário: será a tentativa de manter o Estado "social" em níveis semelhantes aos actuais, coisa que o governo actual, de resto, prossegue com afinco, que nos irá impor crescentes doses de "austeridade", ou seja, de realidade. Lembram-se de Medina Carreira?
domingo, 8 de julho de 2012
Saloios e chico-espertos
Abro uma excepção ao silêncio a que me tinha imposto, para citar uma passagem da crónica de hoje de Alberto Gonçalves no DN cujo título é "Doutores e engenheiros":
«Espero ser redundante acrescentar que, por si, um diploma significa pouquinho. Só há duas atitudes mais saloias do que atribuir exagerada importância ao curso que se obteve legitimamente: pretender que se obteve um curso e "tirá-lo", visto que "tirar" é o termo, de forma ilegítima. Pelos vistos, o dr. Relvas escolheu a última hipótese, no que já começa a configurar uma tradição da nossa classe política e uma prova do respectivo, e ilimitado, provincianismo.
E se os provincianos com poder têm a desvantagem de atrasar uma sociedade, também têm a virtude de a transformar num divertimento para quem se dá ao luxo de contemplá-la à distância. Como o eng. Sócrates, o dr. Relvas diverte, quase tanto quanto o espectáculo dado pelos que se indignavam com a peculiar licenciatura do eng. Sócrates para hoje defenderem o direito do dr. Relvas à falcatrua e, em contrapartida, pelos que afiançavam a lisura curricular do eng. Sócrates para hoje exigirem a cabeça (simbólica, salvo seja) do dr. Relvas. É verdade que a direcção do PS preferiu o silêncio, à imagem da actual direcção do PSD aquando do "debate" sobre o "inglês técnico" do eng. Sócrates. Mas não se veja dignidade onde só existem interesses, privilégios e trapaças comuns. Estão bem uns para os outros, o "engenheiro", o "doutor", os séquitos de ambos, o ensino "superior" especializado em favores e, na medida em que toda a paródia resultará em nada, o país assim parodiado.»
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Uma bela teoria
é o título do post de rui a. onde zurze - merecidamente, de resto - na exótica tese da esquerda: "os empregos, tal como os dinossauros pré-históricos, terão desaparecido, quase até à extinção, por factores politicamente exógenos, isto é, pelos quais ninguém é responsável na política nacional". Nada a opor a esta leitura, à excepção do escopo da crítica.
A meu ver o post falha metade do alvo ao fustigar em exclusivo a esquerda quando a direita em Portugal só em grau difere daquela no domínio económico. No essencial, todos querem mais despesa pública (é só pensar no TGV de Barroso e Sócrates). Hoje, a esquerda prefere que ela aumente já e em grande volume para “promover” o "crescimento" (na realidade, mais défice, mais dívida e um maior ritmo na criação de moeda -“liquidez” - que inevitavelmente desembocarão amanhã num ainda maior descalabro económico e pior desemprego); já a direita, a título da manutenção de um "estado social" compassivo e “mais justo”, apenas pretende tornar os níveis de despesa pública "sustentáveis", para isso contando com a continuação de uma pressão fiscal asfixiante (e só aí reside a austeridade, reservada ao sector privado) e uma eventual retoma económica no futuro que permita, sem recorrer a novos agravamentos das taxas de imposto, que a receita fiscal aumente sem dor imediata assim possibilitando novos aumentos da despesa pública.
As metas que o actual governo estabelece não passam por uma aposta estratégica na redução nominal da despesa pública, mas apenas por um objectivo de redução do peso relativo da despesa pública no PIB sem qualquer intenção de discutir sequer as funções do Estado. Se dúvidas houvesse, bastaria o triste mas definitivo episódio do Pingo Doce no 1º de Maio para evidenciar que, também à direita, subsiste o horror (o à esquerda o ódio) à liberdade de actuação dos agentes económicos. Se bem que, pelo menos por ora e à excepção da banca, esteja arredada a "solução" do recurso às nacionalizações (reservada hoje para os regimes cleptocratas, teocratas e populistas), a verdade é que os empresários são apenas tolerados excepto quando se conformam aos interesses do Estado, nessa altura adquirindo o estatuto de bem-vindos, estatuto que manterão enquanto se mantiver essa conformidade, se necessário for, à custa da extracção das tais "rendas excessivas", claro.
terça-feira, 27 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Está tudo bem assim e não podia ser de outra maneira
O ministro Relvas, não obstante afirmar que "o que se passa no Conselho de Ministros é sagrado e reservado", negou que Paulo Portas se tenha oposto ontem, no Conselho de Ministros, à indicação de Teixeira dos Santos, como próximo administrador na PT em representação do accionista Caixa Geral de Depósitos, ou seja, do Estado.
Ao que parece, há quem pense que o prof. Teixeira dos Santos "é um grande financeiro" (Ricardo Salgado), e que "competência não lhe falta" (Luís Rodrigues, deputado do PSD) qualidade que, aliás, "nunca esteve em causa".
Já pouco importa saber se é verdade ou não se, como Expresso adianta, o "Governo trava Teixeira dos Santos na PT".
E no próximo 10 de Junho, vejam lá se não se esquecem da comenda!
Ao que parece, há quem pense que o prof. Teixeira dos Santos "é um grande financeiro" (Ricardo Salgado), e que "competência não lhe falta" (Luís Rodrigues, deputado do PSD) qualidade que, aliás, "nunca esteve em causa".
Já pouco importa saber se é verdade ou não se, como Expresso adianta, o "Governo trava Teixeira dos Santos na PT".
E no próximo 10 de Junho, vejam lá se não se esquecem da comenda!
quarta-feira, 21 de março de 2012
Dava jeito Tó Zé, olá se dava!
BPN: Seguro admite Sócrates no inquérito parlamentar protestando que "[n]inguém pode ficar de fora dessa responsabilidade [de apurar a verdade]."
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
E agora Tozé?
Ou, noutra variante: "quem tramou Saldanha Galamba?"
Krugman: "Detesto dizê-lo, mas não faria muito diferente do Governo português".
Krugman: "Detesto dizê-lo, mas não faria muito diferente do Governo português".
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
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