Na esteira do último post, um excerto, em minha tradução, do final do artigo ontem publicado de Juan Rámon Rallo (conviria lê-lo todo) a propósito da ladainha do "capitalismo selvagem" que segundo alguns (muitos) andaria por aí, nomeadamente na boca do Sr. Martin Schultz o qual, como sabemos, há muito manobra, de resto às escâncaras, com o fito na cadeira de Durão Barroso:
Infelizmente, o que é realmente "selvagem" no Ocidente não é o capitalismo, mas a cupidez e a sede de poder dos nossos políticos e dos grupos de pressão que aqueles servem. Longe de recuperar os saudáveis princípios liberais em que floresceu e prosperou a Europa - a descentralização institucional, o comércio livre, o dinheiro honesto baseado no ouro, a baixa tributação, a livre concorrência dos mercados e, acima de tudo, a preocupação em colocar limites ao poder político - a casta política eurocrática está a impor aqueles antivalores que já levaram, em repetidas ocasiões, a que a Europa sucumbisse - a centralização imperial, o mercantilismo, o monopólio monetário de carácter inflacionário, a tributação confiscatória, o colete de forças intervencionista e corruptor dos mercados e, acima de tudo, a demolição da maioria dos contrapesos institucionais que contribuíram para restringir a expansão do poder político.
A liberdade e o bem-estar dos europeus passa necessariamente por reduzir e limitar fortemente os seus mastodônticos Estados, começando com o desmantelamento desse nocivo megaEstado da UE enxameado de políticos que, como Schulz, apenas sabem atribuir o fracasso do estatismo desbocado de que padecemos a um inexistente capitalismo selvagem, com o propósito de continuar a parasitar a riqueza gerada pelas famílias e empresas europeias.
O nosso modelo deveria ser a pacífica, descentralizada e próspera Suíça, não o dos militaristas, centralistas e estatistas dos impérios napoleónico e bismarckiano. Liberdade de circulação para as pessoas, mercadorias e capitais, sim; burocracia estatal bruxelense, não.
Um post que vêm em boa hora. Temos na ordem do dia as eleições para o PE e todos os alertas e opiniões ajudam os eleitores a perceber a importancia que têm, para todos mas mais para nós que dependemos deles para mandar cantar um cego que seja.
ResponderEliminaré dificil ser ouvido num rectângulo corporativo com grave grau de iliteracia a todos os níveis
ResponderEliminarpara um anarca como eu o eetado é um peso morto que devora os contribuintes e a iniciativa privada
não prestam os serviços que presta
o principal problema é a inveja e ódio que andam à solta
os impérios estão todos enterrados. à excepção da UE.
ou muda ou mudam-na
Show de bola!
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