À pergunta «Concorda com o aumento da carga fiscal?» que lhe colocou Sofia Rainho, em entrevista ao Sol, Freitas do Amaral, responde (realces meus):
«Há vários anos que digo por escrito e em público que os impostos devem subir sempre que necessário e devem descer sempre que possível.»
Esta pequena frase encerra a raíz, melhor, o cancro dos cancros: sem mudarmos radicalmente a nossa atitude na forma como encaramos o Estado, o nosso espaço de liberdade reduzir-se-á inexoravelmente e, em consequência, o empobrecimento será crescente, ao sabor do frequentemente "necessário" e do improbabilíssimo "possível".
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