Ao cuidado dos optimistas de serviço.
Passam pelos oráculos as notícias de que o paraíso está aí. E, efectivamente, alguns números são "fortes", "animadores", e por aí fora.
Não esquecer que essa "força", esse "ânimo" tem o pulmão, permitam-me a expressão, do BCE. E a dívida aumentando...
O que acontecerá se o acelerador de liquidez encontrar a parede?
E ninguém pergunta pela justiça (social, tão querida dos curadores de serviço) de tais "apoios"?
