quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Radar

Curiosa "notícia". À falta de análises sérias acerca dos metais preciosos e das reservas estratégicas portuguesas, sobram estes rascunhos. Cuja oportunidade não deixa de ser notada.
Por que razão a "peça" não dá informação mais detalhada quanto às reservas portuguesas? Especialmente quanto à natureza frágil de 50% dessas reservas depositadas no Banco de Inglaterra?
Sublinhando que Portugal está à frente de países como a Arábia Saudita e ("Viva!") a Espanha, isso serve que propósito?
Estamos à frente desses países, sim, mas apenas porque a composição das nossas reservas é concentrada em ouro, já que o metal representa mais de 90% desse cabaz.
Não se alegrem os incautos pois, não tendo reservas diversificadas, Portugal nada pode fazer a esse ouro dado que assinou um acordo com o BCE e que inclui todos os Bancos centrais da Zona Euro para não vender mais ouro nos próximos cinco anos.
Repito: que propósito serve a "peça"?
Note-se também a participação na caixa de comentários ao artigo. Perdão, ao "artigo".
Curioso também.

2 comentários:

Antonio Cristovao disse...

Espero que a informação que o ouro desceu 8,3% so no ano passado esteja correcta. E que Já em 2013 também tinha havido um descida de cotação, tambem.
Acho deplorável que os factos sejam abaulados, para baterem certos com os credos dos líricos.

Anónimo disse...

http://bancdjardim.blogspot.pt/2016/01/mandrake-as-reservas-de-ouro.html

Lúcio Lima