quinta-feira, 18 de maio de 2017

sexta-feira, 12 de maio de 2017

O que for preciso. Até quando?


Ao cuidado dos optimistas de serviço.
Passam pelos oráculos as notícias de que o paraíso está aí. E, efectivamente, alguns números são "fortes", "animadores", e por aí fora.
Não esquecer que essa "força", esse "ânimo" tem o pulmão, permitam-me a expressão, do BCE. E a dívida aumentando...

O que acontecerá se o acelerador de liquidez encontrar a parede?

E ninguém pergunta pela justiça (social, tão querida dos curadores de serviço) de tais "apoios"?