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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Quantas cobras e quantos degraus?

"O futuro está repleto de degraus e de cobras"

Finalmente tivemos acesso à apresentação que Grant Williams fez na conferência que John Mauldin organiza todos os anos. Mais uma vez, Williams não desapontou. Seja a qualidade dos materiais que suportam a apresentação e as ideias partilhadas, seja o humor e a ironia que as acompanha. Esta apresentação mostra um pouco da qualidade do trabalho que Williams tem realizado no canal Real Vision.
Notem-se as inúmeras referências a anteriores oradores da mesma conferência a suportar cenários mais realistas (e sombrios) acerca da condição (e saúde) das economias à escala global, sejam desenvolvidas ou emergentes.

Alguns dos pontos fortes da apresentação são os seguintes:
- a relação entre as taxas de juro e os índices bolsistas;
- o impacto do corte de impostos de Trump na manobra de recompra de títulos e acções (potencia a ausência de um chão real para a economia);
- digressão histórica da acção da FED e dos seus responsáveis mais recentes (consequências para a saúde da economia);
- o actual dirigente da FED - Jerome Powell - parece ter intuído o beco em que a FED se encontra, bem como o atraso para uma possível antecipação da próxima recessão;
- a dimensão das dívidas soberanas - o fenómeno de "Japanização" das economias (perspectiva histórica);
- que saídas podem estar disponíveis para os investidores.


Boas reflexões e bom fim de semana.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Citação do dia (161)

"Na zona euro, o governador do Banco Central Europeu Mario Draghi - com o apoio inesperado dos colegas alemães do Bundesbank - está finalmente a dar sinais de que mais intervenções no mercado (facilitamento quantitativo - nt) podem estar a caminho. Por um lado, para baixar as altas taxas de câmbio monetário que têm limitado a competitividade e, por outro, para aumentar as taxas de inflação. O que, por sua vez, me parece precipitar uma crise de dívida pelo aumento abrupto das trajectórias de dívida face ao crescimento. Esta manobra será disfarçada como luta à inflação, e todos os eufemismos serão aplicados. No fim de contas, a Europa terá entrado numa declarada guerra monetária global"

John Mauldin, "Thoughts from the Frontline"