terça-feira, 6 de janeiro de 2015

18 anos e três meses

Ao longo de toda a sua vida, e sob a capa de "ciência estabelecida" que não admitia heresias, um jovem hoje com dezoito anos foi sujeito, e assim continua, a uma formatação ideológica, particularmente na escola pública, segundo a qual seria imperativo reduzir ou mesmo eliminar a "pegada de carbono" humana. Era isso ou o esturricar a médio prazo da "Mãe Natureza". É pois absolutamente extraordinário que esse mesmo jovem, desde o dia que nasceu, tenha vivido num período em que o"aquecimento global" foi zero. Z-E-R-O!

Daqui
Um dia, olhar-se-á para trás e uns "maduros", à semelhança destes, farão a anatomia da que talvez tenha sido a maior mistificação alarmista de todos os tempos. Aquela em nome da qual se têm vindo a desviar milhões de milhões para "energias verdes" que, sendo intrinsecamente não fiáveis (por intermitentes) e não sendo armazenáveis, necessitam SEMPRE de centrais convencionais de backup (para quando não há vento ou sol). Aqui reside, entre nós, a explicação do sucessivo disparar da factura energética, em particular, na da electricidade. Realidade que é ofuscada pelo discurso propositadamente enevoado das "rendas excessivas" neste sector as quais, na realidade, só foram possíveis pela garantia de rentabilidade, explícita ou não, que o estado lhes concedeu. Agora dizem que a culpa é da liberalização(!!) do mercado, calcule-se. Também aqui nada mudou.

1 comentário:

Antonio Cristovao disse...

Uma viagem mais pormenorizada pelo Google Earth ajuda a ter uma opinião robusta sobre as reais consequências da duvidosa alteração.
A palavra do ano diz mais sobre o preço da factura da EDP do que as renováveis, que esperemos ainda na nossa vida vão na prática dar frutos(mais que não seja pressionar os preços dos combustíveis para baixo(o que já não é pouco nas bolsa de todos)