Nos pacotes de medidas dos bancos centrais podemos identificar ciclos. Ou seja, as políticas dos bancos centrais repetem-se desde, segundo o texto que a seguir se traduz, os anos vinte. Isso é válido para o BCE que, enquanto instituição, não existia nesse tempo. Segundo Doug Nolan, as políticas são, precisamente, as mesmas. Apesar de conduzirem a problemas e a dilemas já conhecidos. Que hão-de dar lugar a mais intervenções num ciclo que facilmente se torna visível.
Esta é a tese do artigo (parcial) que a seguir se publica, introduzindo os sublinhados que não estavam no original.
Esta é a tese do artigo (parcial) que a seguir se publica, introduzindo os sublinhados que não estavam no original.
Doug Nolan, "A distribuição do crédito" - 6 de Junho de 2014
Nos últimos 23 trimestres – desde o terceiro trimestre de 2008 até ao primeiro do corrente ano – o crédito federal americano cresceu 3.338 triliões ou 351%. Acima deste crescimento ´parabólico` o crédito/liquidez da FED cresceu 1.474 triliões ou 52% nas últimas 82 semanas. (...) Tracei, repetidamente, paralelos entre o actual ciclo de Crédito – extraordinariamente prolongado – e o ciclo do período entre a 1ª Grande Guerra e 1929. Ambos os períodos possuem muitas características semelhantes, sejam os profundos avanços tecnológicos, inovação financeira, activismo experimental na gestão monetária e nos resultantes ciclos de crédito, economia e especulação.