terça-feira, 18 de novembro de 2014

E se...

4 comentários:

Antonio Cristovao disse...

Este cartonista deve ter visitado Portugal antes e depois do 25 abril

Diogo disse...

Há alguma dúvida?

Cá em Portugal e no resto do mundo.

Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007:

[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]

LV disse...

Caros Leitores,

Certeiros comentários. Mas o que se impõe ponderar é se o sistema político não tem, em si e por si mesmo, os incentivos a estas "remessas comunicantes" entre quem detém o poder e quem o representa.
Aos outros, resta-lhes a ilusão de participar?

Saudações,
LV

floribundus disse...

lixo humano é a condição do bípede que comunica oralmente

no rectângulo há a agravante do zé polvinho adorara abanar a árvore das patacas

De acordo com os mais diversos sindicatos nunca houve no rectângulo qualquer erro humano.

Todos devem ser sempre atribuídos à incompetência da maquinaria.

Este conceito engloba toda a responsabilidade política.