Mostrar mensagens com a etiqueta Manipulação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Manipulação. Mostrar todas as mensagens

sábado, 28 de abril de 2018

Vislumbre do Mal

"Então para si, só conta o lado moral da questão?"

Esta pequena pérola mostra em segundos o que, durante décadas, muitos evitam ver e outros tentam esconder. Evitar reconhecer as ramificações, as derivações e as esferas por onde se projectam o poder dos estados e de interesses especiais no seio dele (neste caso, claro, através dos meios de comunicação convencional) torna-se mais difícil. Deveria ser suficiente para promover uma "reacção popular" (notem-se as aspas) semelhante às que vamos assistindo globalmente acerca de questões de natureza e origem mais duvidosa.
Este vídeo é uma revelação da natureza de todo o sistema de poder. Em particular nos países que asseguram para si o estatuto de excepção no exercício do poder global, exibindo-se como paradigma de sociedades livres e justas.
Não reconhecer a extensão deste Mal é, só por si, participar dele.

Sem mais demoras, convidamos os leitores a ver o vídeo.


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Manipulação e Incerteza


Da inércia à aventura

Fernando Gil, “Os inventores do futuro”, 1998

“A previsão impede então a abertura e passa apenas a recobrir uma aspiração à recondução de situações conhecidas, a antecipação consistirá no voto que nada mude e tudo permaneça ´como dantes`. A noção de progresso amputa-se da aventura que representa, para se confinar na dimensão do seguro de vida.
Em vez de gerar este reflexo de angústia, senão de pânico, e portanto comportamentos defensivos ou desesperados, a ideia de risco deve tornar-se uma oportunidade. (...) A incerteza como dimensão existencial fornece à humanidade um trunfo de peso pois permite-lhe recobrar o seu próprio. A verdadeira conduta racional consiste em integrar o risco para além da antecipação prospectiva.”

segunda-feira, 31 de março de 2014

Vislumbra-se o Guião

Por vezes as provas de que convivemos numa realidade encenada tornam-se visíveis. Como pequenas parcelas de produção artística que se tornam públicas contra a vontade dos seus autores. Por mim, esforços que mostrem os movimentos e cadências dessa peça são esforços louváveis.
Os escassos minutos que se seguem são de uma clareza incontornável (ambos daqui). No primeiro destes pequenos vídeos podemos constatar a admissão dos ensaios gerais a que a imprensa se submete, dando conta do que o poder quer que as pessoas saibam.
No segundo caso, chama-se a atenção para uma manobra de manipulação que deixaria Estaline e Hitler, seguramente, invejosos - envolver Hollywood na promoção do programa Obamacare. Os publicitários chamam-lhe "product placement" quando um programa mostra produtos de marcas que o patrocinam. Será esse o caso? Ou o patrocínio é intelectual e moral?
Chamo a atenção para a docilidade, para o beneplácito de dois apresentadores de televisão que mais parecem bonecos. Atente-se, igualmente, na sobranceria da conselheira de Obama, na narrativa de quem padece (como uma mãe?) com outro que sofre. Aterrador.
Não devemos esquecer, o que conta é a peça.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

O que realmente aconteceu ao Bear Stearns?

O artigo cuja tradução a seguir se apresenta foi escrito por Ted Butler. Butler é um analista e comentador largamente reconhecido no mercado dos metais preciosos. É autor de uma reputada subscrição, participa em vários fóruns, conferências e estudos acerca do ouro e da prata desde 1996.
Neste artigo, Butler expõe alguns aspectos da sua investigação relativamente à falência do banco Bear Stearns, colocando-a no epicentro da crise financeira mundial de 2008/09. A sua investigação expõe igualmente a natureza promíscua e, não raras vezes, ilegal das relações entre banqueiros, políticos e entidades reguladoras. Não tenhamos dúvidas de que o mesmo ocorre por esse mundo fora. Nós, europeus, estaremos atentos?