Por entre fogos e militares espanhóis a combater os mesmos, por entre as palavras do presidente-animador (doentias especulações de orientação motivacional) espelhadas pelos meios convencionais de informação, não há quem dê por conta disto?
A notícia da Reuters começa por dizer que são os "Estados Nação", mas isto é um balão de ensaio. Só pode.
O título da notícia é prometedor: "União Europeia explora medida de congelamento de contas para prevenir corrida aos bancos"
Assim. E não há quem analise, discuta e se oponha? Mas não estamos a caminho de um paraíso de prosperidade? Para que servem, então, estas medidas?
Se algum leitor tiver acesso ao relatório que o artigo refere, por favor, partilhe na caixa de comentários.
Agradecemos todos.
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segunda-feira, 31 de julho de 2017
Radar
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Manobra táctica ou visão estratégica?
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| Fonte |
Esta intervenção expressa que intenção? Será um manobrar táctico correspondente à gestão dos danos que se amontoam no sector bancário e financeiro português? Limitando os "danos morais" na fase de balanço e limpeza?
domingo, 13 de dezembro de 2015
Radar
A Tvi24 está a dar a notícia de que o Banif fechará esta semana. Esperava-se que a FOSUN comprasse o banco na semana passada. Tal não aconteceu e o banco, assim parece, vai cair. Segundo a mesma fonte, a CGD ficará com a "parte boa" do banco. Estão previstas perdas para accionistas e depositantes.
Acompanhar aqui.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Crescente instabilidade no Sistema
Em tempo de guerra
O desenvolvimento das experiências monetárias prossegue a todo o vapor, pelo que deve esperar-se uma acelerar de resultados - inesperados e contagiantes - como consequência da vontade dos "demiurgos" em tudo controlar.
Na entrevista que hoje se publica, Jim Rickards reitera a tese defendida nos seus dois últimos livros ("Currency Wars" e "The Death of Money") e, se não se acompanha totalmente as soluções que parecem resultar da sua posição, não se pode deixar de reconhecer a precisão com que o autor descreveu os desenvolvimentos do nosso presente económico e político global.
Alguns dos conceitos determinantes para a compreensão desta sua perspectiva são: confiança, poder, sistemas complexos, incerteza, intensidade e extensão dos fenómenos e forças económicas e políticas.
A crueza do nosso presente global apresentada num tom de delicadeza cavalheiresca. Rickards é, não esqueçamos, aquilo a que se pode chamar um "insider", alguém que conhece e participa nos círculos menos visíveis do poder norte-americano.
O desenvolvimento das experiências monetárias prossegue a todo o vapor, pelo que deve esperar-se uma acelerar de resultados - inesperados e contagiantes - como consequência da vontade dos "demiurgos" em tudo controlar.
Na entrevista que hoje se publica, Jim Rickards reitera a tese defendida nos seus dois últimos livros ("Currency Wars" e "The Death of Money") e, se não se acompanha totalmente as soluções que parecem resultar da sua posição, não se pode deixar de reconhecer a precisão com que o autor descreveu os desenvolvimentos do nosso presente económico e político global.
Alguns dos conceitos determinantes para a compreensão desta sua perspectiva são: confiança, poder, sistemas complexos, incerteza, intensidade e extensão dos fenómenos e forças económicas e políticas.
A crueza do nosso presente global apresentada num tom de delicadeza cavalheiresca. Rickards é, não esqueçamos, aquilo a que se pode chamar um "insider", alguém que conhece e participa nos círculos menos visíveis do poder norte-americano.
sábado, 17 de janeiro de 2015
Citação do dia (181)
"Os mercados financeiros modernos são um jogo de objectos impossíveis. Num mundo onde, globalmente, os bancos centrais manipulam o custo do risco, a mecânica da descoberta dos preços está separada da realidade, resultando em expressões paradoxais de valor que não deviam existir de acordo com uma eficiente teoria do mercado. Medo e segurança são agora permutáveis num jogo especulativo de alto risco."
Christopher Cole (2012)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Citação do dia (178)
"O alcance da Bolha Global do financiamento soberano de hoje projecta uma enorme sombra sobre a Bolha do financiamento hipotecário de 2007. Há muito mais a perder nesta Bolha internacional e muito mais com que nos devemos preocupar. Em vez de crédito de má qualidade (subprime), hoje a Periferia inclui dezenas de milhões de milhões de crédito vulnerável que atravessa vários países e envolve muitos milhões de pessoas. Em vez de hipotecas e dívida corporativa americanas, hoje o Centro inclui crédito de vários Bancos Centrais e a maior Bolha nos activos financeiros que alguma vez vimos.
No Centro do Centro, a histórica euforia nos mercados tem puxado os activos financeiros e a dívida das empresas a extremos que são precários – deteriorando os fundamentos económicos e financeiros globais. Não tenhamos dúvidas, os estímulos concertados dos Bancos Centrais exacerbaram a diferença entre activos financeiros inflacionados e os débeis sinais de crescimento global. Pior, a redistribuição da riqueza, implícita nas políticas que aumentam o tamanho do domínio financeiro global, está a degradar-se e a gerar tensões geopolíticas alarmantes. A Banca Central Global e a ideia da dívida soberana de “risco zero” estão a ficar descredibilizados."
Doug Noland - "Memórias"
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Todo um novo compasso
Renovar o esforço da orientação económica ou a necessidade de novos princípios
O Bank of International Setlements (BIS), conhecido como o banco central dos bancos centrais, publicou o seu relatório anual (cf. ligação abaixo) no final do mês passado. Alguns dos reflexos desse relatório podem ser lidos aqui e aqui e, em ambos os casos, sublinham-se os riscos que subjazem ao verniz da verdade oficializada. O BIS não é uma entidade qualquer. É uma peça-chave da arquitectura institucional financeira, monetária e política mundial e os seus avisos são um apropriado antídoto face à intenção sedante do discurso público acerca da situação da economia, mundial ou portuguesa.
Do primeiro capítulo traduziram-se e editaram-se as passagens que a seguir se apresentam, pela clareza e distinção com que apresentam a situação que temos, incontornavelmente, pela frente.
O Bank of International Setlements (BIS), conhecido como o banco central dos bancos centrais, publicou o seu relatório anual (cf. ligação abaixo) no final do mês passado. Alguns dos reflexos desse relatório podem ser lidos aqui e aqui e, em ambos os casos, sublinham-se os riscos que subjazem ao verniz da verdade oficializada. O BIS não é uma entidade qualquer. É uma peça-chave da arquitectura institucional financeira, monetária e política mundial e os seus avisos são um apropriado antídoto face à intenção sedante do discurso público acerca da situação da economia, mundial ou portuguesa.
Do primeiro capítulo traduziram-se e editaram-se as passagens que a seguir se apresentam, pela clareza e distinção com que apresentam a situação que temos, incontornavelmente, pela frente.
BIS ,"In search of a new compass", 29 de Junho de 2014
"A economia global mostrou sinais encorajadores no último ano, mas o desconforto persiste. O legado da Grande Crise Financeira (em maiúsculas no original – nt) e as forças que a criaram permanecem por resolver. (...) Restaurar o crescimento sustentável vai requerer políticas específicas em todas as maiores economias, tenham ou não sido atingidas pela crise. Os países que foram mais afectados precisam de completar o processo de reparar os seus balanços e implementar reformas estruturais.
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