domingo, 6 de novembro de 2011

Da qualificação que o mercado não pretende

Não sei se existem estatísticas disponíveis em Portugal que sejam comparáveis às que o gráfico evidencia para a população americana que obteve um grau universitário nos últimos 25 anos. De qualquer modo, e baseando-se exclusivamente no que vou lendo e na realidade com que venho contactando, arriscaria que a nossa evolução deva ter sido muito similar: uma relativa estabilização nas áreas da [S]ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) - apesar de serem estas que vêm oferecendo, consistentemente, boas oportunidades profissionais -, e um "disparo" noutras que, de há muito, são de baixa empregabilidade, não se vislumbrando qualquer inversão de tendência.

Via Marginal Revolution

2 comentários:

Miguel Loureiro disse...

Será uma prova de que o cerne da Educação está a sofrer um desvio do sistema vigente?
Afinal, parece que as pessoas começaram a perceber que as Ciências, a Língua Materna e a Matemática não forma ninguém para nada e as áreas que lhes tiram são as que querem?
A realidade contradiz a institucionalidade!

Anónimo disse...

O planeamento centralizado a falhar no seu melhor. Embora, claro, os estudantes escolham os seus cursos de forma voluntária.