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sábado, 13 de janeiro de 2018

Master Class - Leemon Baird

"A descentralização segura da informação está ao nosso alcance."

A sessão que hoje aqui apresentamos retoma a temática tecnológica e as potencialidades que ela nos parece oferecer. A velocidade a que os desenvolvimentos acontecem é, sem dúvida, estonteante, mas acreditamos que o esforço de lhes entender as dinâmicas e os sentidos pode facilitar-nos a avaliação que o tempo, em última instância, determinará.
A entrevista que propomos é conduzida por Demetri Kofinas (cujo podcast e discussões acompanhamos) e permite uma apresentação intensa e desafiadora da visão de Leemon Baird (já por aqui o tínhamos destacado, mas pode-se aceder a uma outra pequena síntese aqui).
A visão que aqui se apresenta e discute mistura, por um lado, o fazedor-sonhador e o teórico-sistematizador, mas também o cidadão-utilizador das ferramentas tecnológicas digitais. Baird parece ter "a pele a jogo", como diria Nassim Taleb. Isso só torna a sua visão mais valiosa.

Os pontos fortes desta conversa são, do nosso ponto de vista os seguintes:
- a comparação entre as diferentes soluções tecnológicas para os "balanços públicos descentralizados" (Decentralized Ledger Technologies - DLT) - bitcoin/blockchain versus hashgraph;
- a exploração dos múltiplos fins para esses "balanços públicos descentralizados", especialmente aqueles que, através do hashgraph, têm as qualidades estruturais para responder a exigências muito importantes (como a rapidez, a justiça e a segurança);
- como podem as pessoas estar juntas apenas digitalmente - novas formas de socialização;
- a facilidade e ausência de custos de uma nova cidadania digital - criação de novos mundos digitais de interacção;
- escapando à necessidade da publicidade e do controlo que ela encerra nos meios digitais através da multiplicação dos nós/servidores múltiplos que o hashgraph possibilita;
- como podem os inovadores dar um profundo alcance positivo às ideias que querem concretizar - descentralizar em segurança é o caminho;
- a criação de criptomoedas é uma pequena parte deste movimento.

As ideias que Baird aqui partilha podem não ser, aparentemente, diferentes das que os proponentes de novas soluções tecnológicas oferecem no momento do ciclo como este em que vivemos. Porém, julgamos que, optimismos ingénuos à parte, a substância do que aqui se discute é muito promissor. E não sacrifica as ideias que por aqui tão valorizamos, especialmente no que diz respeito à defesa da liberdade, da privacidade e da promoção da concorrência entre os pólos de poder.

Aos nossos leitores, reiteramos os votos de um excelente 2018.
Boas reflexões.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Desafios de contexto















A propósito desta entrada no Insurgente, leio o gráfico nela presente e, literalmente a seguir, deparo com estas citações. Tão a propósito que não resisti ao excesso.
Não conhecendo a posição dos Insurgentes (tanto de André Azevedo Alves, como de MAL) acerca destes tópicos, não deixo de considerar estranho o título escolhido. Que servirá?

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Ideias e tecnologias disruptivas



Alguns artigos acerca da temática em língua portuguesa. O primeiro, mais analítico, de Ricardo Arroja. O segundo, menos consistente, porque parece ignorar o mais importante destas tecnologias: permitem mudanças maiores em sectores monopolizados ou cartelizados. E se possuem riscos (ou estão associadas a manias), aquelas vantagens não são de somenos.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Cogitações (10)

Um sinal curioso (e perigoso para quem participa, julgo) do estado dos mercados e índices bolsistas é a evolução do preço da moeda criptográfica Bitcoin. Para além da dificuldade em determinar com precisão a que classe de bens pertence, a Bitcoin e o seu preço ilustram bem a natureza do movimento actual dos mercados.

Que outros activos ou investimentos têm semelhantes linhas de progressão do seu preço? Historicamente, conhecem-se alguns casos, mas o final não foi bonito. Muito se pode dizer acerca das razões que podem estar por detrás destes movimentos no preço (tendo ultrapassado os 9 mil euros ou 11 mil dólares na passada semana), ou das respostas que os governos darão a tais "veículos" especulativos. No último ano, por exemplo, na China tornou-se claro que seria um óptimo meio de mobilizar capital para o exterior, escapando às recentes campanhas de Xi para controlar o país, a moeda e os mercados.

O que gostava de sublinhar aqui, a par com esta introdução, é a qualidade deste veículo como solução, como resposta difundida até pelos meios e autores mais técnicos acerca destas matérias (criptomoedas ou novas tecnologias financeiras).
É que um dos fundadores destas ferramentas (neste caso da moeda Ethereum - Vitalik Buterin) alertou recentemente para as limitações que estas soluções possuem para dar resposta às solicitações que esta febre nos mercados parece publicitar a seu respeito. Veja-se a seguinte passagem da entrevista (cujo visionamento fortemente aconselho):

"Se se considerar o número de blocos encadeados (blockchain) que hoje podemos processar, a Bitcoin consegue processar menos de três transacções por segundo, e se conseguir chegar a quatro atingiu o seu máximo de capacidade. No caso da Ethereum tem estado a concretizar cinco transacções por segundo, se chegar às seis atinge também o pico de capacidade."

É na constatação destas limitações que os recentes movimentos de preços destes "veículos" me parecem menos saudáveis.
Para não falar de que até os participantes e conhecedores destas novas tecnologias parecem querer ignorar estas palavras.
Mesmo que se considerem as diferenças entre as moedas criptográficas e as tecnologias que as suportam (de que os blocos encadeados - blockchain -, são um exemplo) face aos múltiplos campos de aplicação possíveis, estas palavras de um fundador não devem ser ignoradas. São um aviso importante.

Será interessante seguir os próximos desenvolvimentos.
Para já, parece haver um novo campo de desenvolvimento de soluções que ultrapassa (já!) estas soluções da moda (sejam da Bitcoin, da Ethereum ou Blockchain). A novidade (da novidade!) chama-se Hashgraph e tem "elegâncias" técnicas que em muito parecem suplantar as suas concorrentes (ao nível do registo e gestão dos diferentes protocolos de informação, bem como as melhorias na justiça e segurança na gestão da rede). O seu fundador é Leemon Baird e a sua empresa conta já com centenas de contratos com uniões de crédito nos EUA.

Há muito a aprender e a velocidade dos desenvolvimentos é estonteante e os riscos (bem como as oportunidades!) podem assemelhar-se a outras épocas e febres tecnológicas, mas o futuro passa por aqui. Sem dúvida.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Bitcoin e Blockchain - REDUX

A confiança estilhaçada - que caminho seguir?

Publicamos aqui o primeiro de seis pequenos episódios que ilustram o estado da coisa quanto às criptomoedas e às respectivas tecnologias financeiras, bem como os princípios e valores iniciais do projecto Bitcoin, a sua diversificação geográfica e os propósitos divergentes que este sector tecnológico incorpora presentemente.
Importa ter presente que alguns dos colossos bancários e financeiros globais estão atentos. Mais, estão a investir cada vez mais nos gabinetes de desenvolvimento das tecnologias de "organização autónoma descentralizada" (DAO em inglês), na esperança de estar na frente e liderar a(s) mudança(s) que o sector bancário e financeiro enfrenta.

São muitos os desafios que estas tecnologias enfrentam, mas são muitas mais as opções que oferecem. Tendo isto por adquirido, compreende-se o alcance de uma ideia como esta: transferência de valor de forma segura, descentralizada e concorrencial. Por isso, o apelo à independência face ao estado (qualquer estado ou poder centralizado numa grande corporação, por exemplo) parece vencido pelas circunstâncias. Vejam-se as arrogantes declarações de Larry Summers, ou o esforço das instituições bancárias em acelerar a corrida ao "novo armamento" adquirindo muitas pequenas empresas de tecnologia que já estavam a conduzir o desenvolvimento dos seus projectos nas ditas tecnologias DAO.

Há muito a dizer e a analisar nestes episódios, mas é, para mim pelo menos, inegável a sensação de estar perante um novo mundo que se abre à nossa frente.
E com a proximidade da Web Summit em Lisboa, este documentário vem mesmo a calhar.
Parabéns à equipa da TechCrunch.
Boas reflexões.


Nota: os episódios aparecem como sendo sete mas, descontando o "piloto", o documentário distribui-se em seis episódios de aproximadamente sete minutos.



quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Optimismo e possibilidades

E se um novo meio monetário evitasse o intermediário?

Apesar do turbilhão de "inevitabilidades históricas" que se projectam sobre o futuro e nos dão poucas razões para sorrir inocentemente, a mudança - simples, honesta e multiplicadora - é possível.
A propósito dos artigos que por aqui temos publicado acerca de um padrão monetário livre, o vídeo demonstra que as mudanças são, efectivamente, possíveis. Convém não esquecermos isso.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Com a companhia das nuvens

E para lá de volatilidades forçadas

No seguimento do ciclo de entrevistas que Lars Schall iniciou com Ambrose Evans-Pritchard (e que prosseguiu com John Butler, CEO da Amphora Capital - ver aqui), em nome da Matterhorn Asset Management, seleccionámos outras duas entrevistas: a Alasdair Macleod (da GoldMoney) e a Jan Skoyles (recentemente nomeada CEO da The Real Asset Company).

No caso da entrevista a Alasdair, destaque-se, não apenas o detalhe de terem sido impedidos de filmar em frente do Banco de Inglaterra (depois dos vídeos de Maloney, talvez tenham considerado que a sua imagem não poderia piorar mais), mas a apresentação mais equilibrada da actual situação estratégica dos metais preciosos, da competição exercida pela China e Rússia face ao papel de LBMA como praça para a determinação dos preços dos metais estratégicos, bem como as três principais razões por que faz todo o sentido manter uma parte dos recursos de cada um em ouro ou prata. Não deixando de tentar clarificar a situação do ouro alemão que não é repatriado dos Estados Unidos para Francoforte.

Quanto à entrevista com Jan Skoyles, sublinhe-se o projecto que esta jovem CEO se prepara para lançar de uma plataforma para cripto-moedas respaldadas em reservas de ouro (através da tecnologia que a bitcoin possui como meio de pagamento). E também o programa Get Real, onde Jan discute as diferentes dinâmicas, possibilidades e desafios no mercado de recursos e bens tangíveis - sejam os metais preciosos, o vinho, whisky, a arte ou o gás natural (aqui).

O Verão pode ter acabado, mas nem todos receiam o inverno.




quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

As 10 piores previsões económicas de sempre

Traduzido por mim do Zero Hedge, onde se poderá tirar partido das ilustrações que acompanham o texto original (aconselhável até porque será bem mais divertido). Sem ter acesso a qualquer espécie de inside information, nem conhecendo Tyler Durden (o autor do post) de lado nenhum, apostaria que a oportunidade deste artigo não é alheia à extrema exuberância que se vem verificando na generalidade das principais bolsas, em muitos mercados imobiliários, em leilões de arte, etc., sem esquecer as bitcoins... Para não voltar a socorrer-me de Peter Schiff para sublinhar as semelhanças com a situação de 2007/2008, veja-se que também Nouriel Roubini, um keynesiano, vê bolhas no sector imobiliário (17!) pelo mundo fora [em português, aqui]. Os links abaixo foram por mim acrescentados.
10) Ben Bernanke, em 10 de Janeiro de 2008 - "Nas circunstâncias actuais, a Reserva Federal não prevê uma recessão".

Poucos meses depois, os Estados Unidos entraram numa das piores recessões de sempre.

9) Herbert Hoover, em 1928: "Os Estados Unidos estão mais perto do triunfo final sobre a pobreza do que alguma vez sucedeu na história de qualquer país."

A Grande Depressão começou um ano depois. As cotações das acções perderam quase 80% sob a sua presidência [1929-1933].

8) James Glassman e Kevin Hassett (autores do livro: DOW 36.000), em 1999: "As acções estão agora no meio de uma escalada única até atingirem um patamar muito mais elevado - na vizinhança dos 36.000 pontos do índice industrial Dow Jones."

Segundo as suas estimativas, o Dow Jones deveria chegar aos 36.000 pontos. Os anos seguintes ficaram marcados pela bolha da internet, com o Dow a cair dos 10.000 para os 7.200 pontos.

7) George W. Bush, em 15 de Julho de 2008: "Podemos ter confiança nos alicerces de longo prazo da nossa economia ... Penso que o sistema está basicamente sólido. É verdadeiramente o que penso."

Esta frase foi pronunciada exactamente dois meses antes da falência do Lehman Brothers.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

domingo, 28 de abril de 2013

Transaccionando com bitcoins em pleno coração de Berlim

O mercado livre a funcionar é surpreendente, sobretudo para os que dele patologicamente desconfiam. Não me incluindo neste grupo, e mesmo permanecendo céptico quanto ao futuro da bitcoin, não deixo de assinalar mais este exemplo da prodigiosa capacidade humana. A história e o vídeo são do Guardian.  

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Bitcoin - cuidado!

A evolução da cotação Bitcoin/Dólar abaixo graficada (no Blasfémias podem ver a mesma coisa, embora invertida, para a cotação Euro/Bitcoin) não me parece poder deixar de ser classificada como a de uma descomunal bolha. Não que não haja muitas e boas razões para desconfiar - muitíssimo! - das moedas fiat. Não que não seja muito saudável - e necessário - o aparecimento de moedas não manipuláveis pelos governos e respectivos bancos centrais. Não que a Bitcoin não seja - que o é - uma extraordinária inovação que o mercado livre produziu na ainda largamente não-regulada internet. 
A minha questão é outra.

Ainda que se estejam a multiplicar rapidamente os fornecedores de bens e serviços dispostos a serem pagos em Bitcoin, esta moeda está ainda muito, mas muito longe de ser um meio de pagamente "largamente aceite" (sim, é verdade que a sua "capitalização" - número de bitcoins existentes vezes a sua cotação unitária face ao dólar - já ultrapassa hoje a respeitável fasquia dos mil milhões de dólares). Ora, muito simplesmente, não acredito que os Estados estejam dispostos a ceder na reserva que fizeram sua - para nossa desgraça, é certo - da emissão monetária. E se é verdade que a "arquitectura" da Bitcoin a torna muito difícil de a controlar - na sua produção, armazenagem, distribuição e pagamento - a verdade é que, como Robert Wenzel não se cansa de assinalar, o ponto mais frágil da Bitcois reside na sua conversão em moeda corrente (dólares, euros, etc.). Assim, bastará que os Governos tornem ilegal a transacção bitcoin para moeda fiat para que a cotação da moeda virtual caia na vertical, não sendo de excluir que possa descer até ZERO. Esta probabilidade, na minha modesta opinião, é muito elevada pelo que aconselharia muito cuidado aos especuladores de ocasião.

terça-feira, 19 de março de 2013

Ninguém ousou chamar-lhe roubo

Julgo estarem a alvo de uma perigosa ilusão (que irá provavelmente vir a pagar-se bem cara) aqueles que rejubilam com o que se anuncia - Parlamento cipriota recusa taxa sobre depósitos - preferindo esquecer o que esteve (ainda está?) para acontecer. Algum dos problemas estruturais foi resolvido? Sequer endereçado? Não, tudo continua essencialmente na mesma. Como alguém dizia, com graça, todos "querem emagrecer sem fazer dieta". Por isso, a contra-corrente, parece-me útil divulgar o que me parece ser um excelente texto de Jeffrey Tucker ("None Dare Call It Theft") onde se sublinha que cada um de nós deve retirar lições permanentes do que ocorreu (ou esteve para ocorrer, ou apenas foi adiado ou ainda, de forma mais pérfida, simplesmente substituída por opções ainda piores embora talvez mais subtis). E essas lições têm directamente a ver com a gestão próxima das poupanças de cada um o que melhor se compreende se nos aproximarmos da verdadeira natureza do sistema bancário em que vivemos desde que se abandonaram os últimos vestígios do padrão-ouro. (Peço alguma indulgência para a tradução, algo livre, da minha responsabilidade). 
As euro-elites não o designam por furto ou roubo ou mesmo por um imposto, muito menos e sem rodeios, um default por parte dos bancos cipriotas. Eles estão falando de uma "taxa de estabilidade", um plano que poderá levar não à estabilidade mas a um colapso, num efeito dominó, do sistema bancário na Europa.

Fiel à natureza da propaganda governamental, o chefe de Estado cipriota, Nicos Anastasiades, diz que esta "taxa de estabilidade" é necessária para evitar "um colapso completo do sector bancário". É exactamente o mesmo tipo de linguagem que ouvimos no Outono de 2008 - uma táctica de intimidação usada para fazer aprovar de sopetão [e sem escrutínio] o TARP [link] e os intermináveis resgates subsequentes.

Mais provavelmente, o plano de tributar todos os depósitos bancários no Chipre, de 6,75 a 10%, desencadeará um colapso. Ou talvez apenas a sua simples menção já o tenha feito. Não podemos saber com certeza porque o governo de Chipre declarou um feriado bancário, um termo que significa que os ladrões tiram umas férias para não serem responsabilizados pelas suas acções.

O que este plano sinaliza é bastante claro: o seu dinheiro não está no banco. Se você lá chegar depressa e retirar o que puder, talvez consiga sobreviver. Se se atrasar, ficará totalmente desprotegido. Significa isto uma corrida aos bancos à moda antiga - a prova última quanto à solidez do sistema bancário.

Outra maneira de olhar para isto: trata-se de um jogo da dança das cadeiras e a música acabou de parar. O objectivo do "feriado" é atordoar as pessoas para que elas não consigam encontrar a sua cadeira.

O imposto é parte de um resgate de 10 mil milhões de dólares organizado pelos países da zona euro, juntamente com o FMI. Até agora, durante o longo, lento e imparável desmoronamento dos sistemas bancários do mundo ao longo dos últimas décadas, a ideia do confisco puro e duro tem sido algo que os governos em geral têm tentado evitar.

Acontece que as pessoas não gostam de ser roubadas. Elas normalmente gostam de pensar que o dinheiro que colocaram no banco lhes está acessível. Assim, quando Anastasiades exigiu isto, ele foi alvo de um repúdio maciço dos membros do parlamento e dos depositantes.

Enquanto isso, as pessoas estavam lutando para conseguir retirar dinheiro das máquinas ATM ["Multibanco"] e transferir electronicamente dinheiro para locais mais seguros. Foi quando a desagradável surpresa chegou: as contas estavam bloqueadas e as transferências interrompidas. As caixas automáticas foram dadas como estando "em funcionamento interrompido".

terça-feira, 21 de junho de 2011

Bitcoin - mais informação

This is What Will Really Crash Bitcoin.

Bob Wenzel, observando que "[t]oda a vantagem que a Bitcoin reside na capacidade de facilitar a transacções online de compra e venda garantindo o anonimato das partes", não compreende como tal potencial se concretizará quando se sabe que um dos seus criadores (Gavin Andresen) foi às instalações da CIA explicar o que é a Bitcoin enquanto outro,  Donald Norman, está a tentar cativar os reguladores no sentido de conseguir legislação para a supervisão da actividade.

Hum...