Mostrar mensagens com a etiqueta Peter Schiff. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Peter Schiff. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Peter Schiff à RT: os EUA estão intoxicados em dívida

Como alguém comenta na página do YouTube onde o vídeo está publicado,
"How pathetic is it that as an American we must watch A RUSSIAN news outlet to see a journalist actually ask the correct questions? This sums up perfectly the malicious secrecy involved in the collaboration between the federal government, the American financial markets, and the American media who allows this partnership to operate in the shadows."
Mesmo sabendo nós que a RT está longe de ser alheia aos interesses de Putin, também creio que é exactamente assim. Grande entrevista de Peter Schiff!

sábado, 22 de junho de 2013

Eis os economistas que explicaram cada uma das crises no último século (não, Krugman não é um deles)

Pierre-Guy Veer assina Meet the Economists Who Have Explained Every Crisis Of the Last Century (No, Krugman Isn't One Of Them), um despretensioso mas a meu ver bem elegante e conciso artigo sobre a interpretação "austríaca" da crise que que se iniciou em 2008 (e que ainda persiste) bem como as crises precedentes dos últimos cem anos. O foco de atenção dirige-se, naturalmente, para o sistema monetário fiat em que vivemos, manipulado a bel-prazer por governos e bancos centrais, bem como para o vigente sistema bancário de reservas fraccionárias.

Uma das críticas recorrentes aos economistas do mainstream é que eles estão permanentemente a "errar as previsões" (e não é só Vítor Gaspar, ou o FMI...). Claro que erram, mas não porque não saibam fazer contas. Essa é uma crítica que passa muito longe do alvo. O que na realidade se passa é que os "erros" são inevitáveis pois é impossível subsumir os milhões de milhões de decisões que todos os dias são tomadas pelas pessoas, seja no plano individual seja nos diferentes planos de interacção humana (família, emprego, amigos, vizinhança, etc.), e que a única coisa certa é que elas serão diferentes das do dia seguinte (ad infinitum). Por definição, o ser humano é imprevisível. As pessoas não são pedras. Nem, felizmente, robots. Por isso, todos aqueles que reclamam o estatuto de ciência para a disciplina de Economia, tendo a Física por referência - onde, aí sim, os fenómenos se podem prever - estão destinados a um inapelável e rotundo fracasso. Isso não significa que não possa haver, como há, a identificação de padrões que possibilitem maiores ou menores graus de previsibilidade. (Peter Schiff, um "austríaco" com um excelente registo preditivo, faz aqui o que é a meu ver um excelente exercício. A conclusão a que chega, que subscrevo, leva-o a aconselhar os seus leitores a "pôr o cinto" - a turbulência que aí vem vai ser muito severa.)

A tradução é da minha responsabilidade como é minha a autoria do roubo do título do post.
Muitas pessoas ainda acreditam que o lamaçal económico em que estamos atolados era imprevisível ou, então, causada pela desregulamentação massiva - apesar do facto de que a actividade estatal nunca ter realmente diminuído. São falsas ambas as afirmações. Cada uma das crises económicas dos últimos 100 anos era previsível (por vezes também prevista) foi causada pela intervenção estatal na economia.

Ludwig von Mises
Na verdade, parece que algumas pessoas, em 2013, começaram a compreendê-lo. O Dr. Emanuele Canegrati, economista sénior junto do Parlamento italiano, foi mesmo ao ponto de dizer que Ludwig von Mises, o já falecido economista americano natural da Áustria, e a sua Escola Austríaca de economia tinham razão quando defendiam a sua teoria sobre os ciclos económicos e a inflação.

Que teoria é essa? Apesar do que os keynesianos como Paul Krugman afirmam, a escola austríaca de economia não é um culto. É uma ciência séria que se baseia na praxeologia, ou seja, no estudo da acção humana e da escolha. Ao contrário dos átomos ou dos animais em laboratórios, é quase impossível estudar as acções dos seres humanos num ambiente experimental, uma vez que é quase impossível observar condições ceteris paribus (mantendo tudo o resto constante). Consequentemente, a praxeologia só pode analisar os efeitos, não as motivações, do comportamento humano. Não obstante, ela vai bem longe na explicação das teorias da Escola Austríaca.

domingo, 2 de setembro de 2012

Peter Schiff optimista quanto a um próximo regresso ao padrão-ouro

Os adversários do padrão-ouro, cujos última "versão", fixada na conferência de Bretton Woods em 1944 era já muito ténue e exclusivamente assente no dólar como moeda internacional, foram "suspensos" por Richard Nixon em 1971, costumam apodar os seus defensores de "gold bugs", de dinossauros excêntricos que pretendem o regresso ao tempo das trevas monetárias. De um tempo em que, supostamente, por a moeda não ser suficientemente "elástica", isto é, não podia ser criada/emitida nas quantidades que os governantes "achassem adequadas" em cada momento, tal restrição teria sido a causa de situações recorrentes de grande instabilidade nas economias pois os governos, sob este regime monetário, estariam despojados de um importante instrumento "estabilizador". Para aqueles, a vitória universal da  moeda fiduciária, criada a partir do nada sem qualquer restrição - nem escrutínio público1 -, foi assim um passo importante para a "estabilização" das economias pois agora a sua "elasticidade" é, virtualmente, infinita.

Para Peter Schiff, um investidor financeiro adepto da Escola Austríaca, famoso pelas suas previsões quanto à eclosão da bolha imobiliária e do subprime, a verdade histórica é oposta à que a ortodoxia (e a Wikipédia) proclama. Schiff, defensor do regresso ao padrão-ouro, acha que a performance do padrão-ouro internacional que vigorou nos 100 anos que precederam a eclosão da I Grande Guerra é, pelo contrário, bastante sólida tendo coincidido, aliás, com o mais longo boom de sempre que a economia mundial verificou.

Para ele, como para os "Austríacos", foi exactamente o abandono da disciplina financeira e monetária que nos conduziu a onde estamos. Na entrevista que se segue Schiff retoma a sua previsão da inevitabilidade de um próximo regresso ao padrão-ouro e explica por quê:

_____________________________________
1É extraordinário que assistamos, em qualquer país democrático, aos debates parlamentares, por vezes bem acesos e coloridos, sobre a utilidade de gastar mais um milhão aqui do que ali, 10 milhões no programa 'A' em vez do 'B', 100 milhões no "incentivo" X, etc. Sobre os "estímulos" e sobre os "cortes". Porém, nas poltronas dos bancos centrais, nominalmente independentes, criam-se milhares de milhões literalmente com um teclado de um computador, de um minuto para o outro, e sempre no maior dos segredos. Não vos parece estranho, isto?

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Porquê o ouro? (13)

No dia em que o ouro atinge as cotações mais elevadas nos últimos seis meses (rondando agora os 1690 dólares a onça), é o Telegraph (curioso!) que amplifica esta entrevista de Peter Schiff em "US 'to return to gold standard within two years', says Euro Pacific Capital chief Peter Schiff"


The wind is blowing...

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Está a chegar o estouro da "mãe de todas as bolhas"

Peter Schiff, conhecido investidor e comentador dos mercados financeiros, de marcada persuasão "Austríaca", foi um dos economistas que previu a eclosão da crise do crédito hipotecário em 2008 ("subprime"). Escorou a sua previsão na sequência do estratosférico crescimento da bolha imobiliária, alimentada pelo longo período de taxas de juro mínimas (por manipulação da Fed), do completo abandono das regras prudenciais na atribuição indiscriminada de crédíto, a quem não o podia suportar, a título da famigerada política de "affordable housing" com o beneplácito activo das administrações de George H. Bush, de Bill Clinton e de George W. Bush e dos sucessivos Congressos.

Schiff não é naturalmente infalível em prever o futuro. Ninguém o é. Mas apresenta fortes razões, nesta entrevista à Forbes, para antever um inevitável crash do mercado da dívida pública americana. É até suficientemente temerário para o situar... em 2013.

Acerte ou erre na sua previsão, há muitos mais que pensam, como Schiff, que viver décadas a fio, à custa da emissão de dívida (adquirida em boa parte por estrangeiros), é insustentável, é irracional e é imoral. Mesmo para um país cuja economia vale anualmente $US 15 trillions, que detém "impressoras" próprias e tem a capacidade de controlar a velocidade das "rotativas". (Michael Ramirez, um dos meus cartoonistas preferidos, agarra aqui bem esta ideia.)

David Stockman, a par de outros como, por exemplo, Jim Rogers ou Marc Faber, é outra figura pública que apela à sanidade. Em especial, à desarticulação da Fed e da manipulação que o banco central faz da moeda em benefício dos grandes bancos e, bem assim, dos governos das sucessivas administrações, em particular desde a chegada de Greenspan e Bernanke ao leme da Fed. (Stockman fez parte da administração Reagan no primeiro mandato deste, tendo saído profundamente desagradado com a total falta de vontade do governo, então como agora, em parar a incessante subida da despesa pública). Dei por muito bem empregues os 30 minutos que despendi a ouvi-lo no vídeo que se segue: 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Bolhas especulativas, depressões económicas e crises financeiras

Para quem tenha pouco tempo (3mn), o vídeo que se segue (via O Insurgente) opõe a perspectiva keynesiana à austríaca, através de declarações de Paul Krugman e Ron Paul, respectivamente, aplicando-as às bolhas "dotcom" e "subprime" e às consequentes depressões que lhe sucederam.


Para quem disponha de mais tempo, recomendo vivamente a palestra que se segue, a cargo do "austríaco" Peter Schiff. Ela é um must para quem esteja interessado em conhecer uma "narrativa" alternativa (conhecida por "Teoria Austríaca do Ciclo Económico") à ortodoxia histórica vigente. É toda uma História completamente diferente que assim se pode ficar conhecer e, em consequência, compreender que há uma alternativa à política monetária assente no "print, print, print" que Bernanke e Draghi estão a levar a cabo em cada vez maiores dimensões. Com consequências previsíveis à escala :

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Keynesianos vs Austríacos

São confrangedoras as palavras de Ben Bernanke ou de Paul Krugman e outros keynesianos neste  video face à realidade que já se tinha instalado (a bolha imobiliária) e se recusavam a ver, bem como quais seriam as suas consequências do seu rebentar em 2007, quando contrastadas com as do "Austríaco" Peter Schiff e, claro está, de Ron Paul.


Via EPJ

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Porquê o ouro? (8)

Em linguagem acessível, Peter Schiff explica o que estão os bancos centrais a fazer ao seu dinheiro, por que razão o dólar continuará a perder poder de compra (bem como a generalidade das fiat currencies) e que a melhor forma de proteger as poupanças é aplicá-las na aquisição de metais preciosos (ouro e prata). Schiff afirma que esta actuação conjunta por parte dos principais bancos centrais não tem por finalidade salvar o euro mas antes os bancos que, um pouco por todo o mundo, têm os balanços cheios de dívida soberana "tóxica".

sábado, 16 de julho de 2011

OVERDOSE: The Next Financial Crisis

O filme, de 2010, produzido na Suécia por Henrik Devell, dirigido por Martin Borgs, e narrado por Johan Norberg é, em definitivo, um must see quanto às origens da grande crise financeira de 2008 e da próxima que se avizinha. A narrativa não é a oficial o que, por si só, a torna aliciante. Por favor, arranjem tempo para o ver. O esquisso do guião é o seguinte:
In times of crisis people seek strong leaders and simple solutions. But what if their solutions are identical to the mistakes that caused the very crisis? This is the story of the greatest economic crisis of our age, the one that awaits us.

When the world’s financial bubble blew, the solution was to lower interest rates and pump trillions of dollars into the sick banking system. “The solution is the problem, that’s why we had a problem in the first place”. For Economics Nobel laureate Vernon Smith, the Catch 22 is self-evident. But interest rates have been at rock bottom for years, and governments are running out of fuel to feed the economy. “The governments can save the banks, but who can save the governments?” Forecasts predict all countries’ debt will reach 100% of GDP by next year. Greece and Iceland have already crumbled, who will be next?

The storm that would rock the world, began brewing in the US when congress pushed the idea of home ownership for all, propping up those who couldn’t make the down payments. The Market even coined a term, NINA loans: “No Income, No Assets, No Problem!” Enter FannieMae and FreddieMac, privately owned, government sponsored. “Want that vacation? Wanna buy some new clothes? Use your house as a piggie bank!” Why earn money to pay for your home when you can make money just living in it? With the government covering all losses, you’d have been a fool not to borrow.

The years of growth had been a continuous party. But when the punchbowl ran dry, instead of letting investors go home to nurse their hangovers as usual, the Federal Reserve just filled it up again with phoney money. For analyst Peter Schiff, the consequence of the spending binge was crystal clear: “we’re in so much trouble now because we got drunk on all that Fed alcohol”. Yet along with other worried experts, he was mocked and derided during the boom.

Have you taken out a mortgage, invested capital or bought shares? If you have, likelihood is you lost out in the latest bust. Governments promised decisive action, the biggest financial stimulus packages in history, gargantuan bailouts: but what crazed logic is this, propping up debt with…more debt? This documentary brings an entirely fresh voice to the hottest topic of today.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Peter Schiff: a próxima crise financeira dos EUA

Ainda não tive tempo para ler isto. Peter Schiff já o leu e a opinião com que ficou foi a que tudo se resumiu a uma operação de whitewashing para deixar tudo na mesma ou, melhor, para dizer que o colapso se deveu à falta de regulação quando, segundo Schiff, foi devido a essa "regulação" que a bolha e o subsequente estouro se deu. E, mais do que isso, os próximos e potencialmente mais perigosos estouros se darão com a inevitável crise soberana dos EUA.