segunda-feira, 13 de junho de 2011
Temos de mudar radicalmente de vida. Já!
"Eis por que o apuramento de responsabilidades é indispensável, a fim de evitar novos erros." - António Barreto, 10-06-2011.
CDS a 5 anos
O Monstro: apresentando os EUA sujeitos ao Planeamento Central
Via ZeroHedge, tradução e realces meus meus:
As proporções e as nações modificam-se, mas a questão permanece a mesma.[...] Como é que um governo dos EUA "governou" uma nação de 92 milhões de pessoas com um orçamento anual de 700 milhões de dólares e um total de dívida (de responsabilidades cobertas ou não) de 2,7 mil milhões dólares, há cem anos atrás? A resposta é muito simples. Na sua maior parte, não governou. E porque não o fez, os americanos não entraram numa economia do faz-de-conta. Não havia imposto sobre o rendimento nem tinham nenhum banco central para imprimir mais dinheiro - se tal se mostrasse necessário.
Hoje, o governo dos EUA "governa" 310 milhões de pessoas com um orçamento anual de quase 4,000 milhões de dólares e uma dívida (de responsabilidades cobertas e não-cobertas) de cerca de 100,000 milhares de milhões. São hoje necessários 5400 vezes mais dólares e cerca de 37 mil vezes mais dívida para "governar" cerca de 3,35 vezes mais pessoas relativamente há um século atrás. Porquê? A resposta é simples. Hoje, o governo dos EUA tudo "governa". Ele é omnipresente. Ele tomou conta da economia que era antigamente do seu povo.
Ao mesmo tempo, o actual governo tranquiliza os governados de que o custo envolvido desta governação não lhes cabe a eles suportar, mas que o mesmo pode ser perpetuamente empurrado para as gerações futuras desde que continuem a acreditar na economia do faz-de-conta. Oficialmente, esta doutrina é conhecida como "a fé e crédito públicos" no governo dos EUA.
Enormes aumentos do preço da energia
é o que os escoceses irão continuar a experimentar. O presidente da Scottish Power diz que os aumentos são inevitáveis pois trata-se de repercutir nos consumidores finais custos mais elevados que não como fugir. A Scottish Power justifica esse aumento como resultado de uma "combination of the wholesale price increases, rising transmission charges from National Grid and the cost of complying with the Government's carbon reduction legislation introduced to combat climate change".
Nada de novo, portanto. Só para os distraídos.
A recuperação da sanidade perdida
é um processo longo e complexo não sendo possível excluir a ocorrência de recaídas. O Guardian, para particular desespero da sua linha editorial, titula: "Climate change should be excluded from curriculum, says adviser" e que, segundo o adviser, "school syllabus needs to 'get back to the science in science'". Parece-me de elementar sabedoria. Veremos o que o futuro nos trará.
domingo, 12 de junho de 2011
Dois exemplos de não ciência
O reconhecimento, via NoTricksZone, da existência de "Big Data Gap" por cientistas da NASA (é vê-los e ouvi-los aqui), cujo chefe é o alarmista James Hansen, que subscrevem, ou pelo menos não se distanciam daqueles que defendem, que "Science is settled" no domínio do "aquecimento global".
Fazer referências a artigos para sustentar a defesa de uma dada posição é uma prática comum e recomendável na investigação científica. Porém, fazer referência a artigos para sustentar pontos de vista que esses artigos não sustentam, só tem um nome: fraude. O blogue Ecotretas destapa a careca de um exemplo nacional desta miserável prática.
Memórias de infância
![]() |
| Imagem roubada ao Der Terrorist |
Se a memória não me falha muito, terei visto esta imagem por volta dos 10 anos quando tomei a decisão de escolher a disciplina circum-escolar de "Iniciação Ultramarina" no 1º ano do Ciclo Preparatório de então. O professor, vim a saber posteriormente, era uma figura importante do regime na cidade onde vivia.
A frequência da disciplina consistia num trabalho de grupo, realizado ao longo do ano, em que cada grupo escolhia e estudava uma Província. O meu optou por Moçambique. No final do ano, cada um dos grupos elegeu o seu representante que teria a seu cargo a apresentação oral do trabalho realizado. Recordo-me que a sala escolhida era do género das de Canto Coral, com as carteiras em "socalcos". Mas o mais notável daquele evento foi a presença de Sua Excelência, o Sub-Secretário de Estado dos Assuntos Ultramarinos, que era um senhor alto, magro, ainda novo, de fato escuro e sapatos ultra-brilhantes.
Passados aqueles excitantes momentos o professor, fazendo o balanço, dirigiu-se à turma: "o senhor Sub-Secretário de Estado tem apenas (cerca de) 30 anos; pensem até onde vocês poderão chegar começando a estudar estas matérias aos 10 anos!".
António Barreto: um candidato presidencial?
É possível. Em qualquer caso, tem toda a razão ao clamar pela revisão do texto constitucional. Esperemos que Seguro também o compreenda.
sábado, 11 de junho de 2011
A99 Operation Empire State Rebellion - Comunicado #2
A Operação "Empire State Rebellion" está de volta. Conforme foi anunciado no seu comunicado #1, o seu objectivo consistia em iniciar "a relentless campaign of non-violent, peaceful, civil disobedience" until Ben Bernanke steps down and the "Primary Dealers within the Federal Reserve banking system be broken up and held accountable for rigging markets and destroying the global economy effective immediately."
Decorridos 90 dias sobre esse acontecimento, eis que surge um novo comunicado, curiosamente apenas uns dias depois do que foi designado por uma cibernética "very major breach no FMI". A coisa promete. É anunciada a data de 14 de Junho para que algo de relevante se inicie. Aguardemos, pois.
Via ZeroHedge
Direito a cuidados de saúde implica escravatura
A propósito desta intervenção do Senador Rand Paul, Tom Woods explica por que razão não existe um "direito" à prestação de cuidados de saúde pois tal implicaria, necessariamente, uma situação de escravatura.
Via Insurgente
Subscrever:
Mensagens (Atom)


