sábado, 3 de dezembro de 2011

A subsidiação a uns quantos à custa de todos os outros

é uma das actividades preferidas dos promotores do intervencionismo estatal. A lógica é simples: "por uma pequena(íssima) quantia (porque dividida por todos)" seria possível produzir "pequenos e médios paraísos na comunidade" ou, noutro registo, "evitar catástrofes a médio e longo prazos".

Manuel Maria Carrilho ainda esta semana ilustrava a "técnica" quando referia o custo, segundo ele aparentemente barato (não se atreve a classificá-lo de "ridículo"), de 9 cêntimos habitante/dia para o "serviço público" de televisão, ou seja, para manter a RTP tal como está.

Já notícias como esta, cada vez mais frequentes - mais uma falência de um projecto "verde" no domínio energético nos EUA -, ilustram o funcionamento - e o resultado - das tentativas planificadoras dos governos, logo que deixa de ser possível (por já não haver dinheiro ou se ter descoberto ainda mais um caso de corrupção), continuar com a subsidiação em "fio de de água". Iniciativas governamentais destinadas a escolher vencedores ("picking winners"), em nome do Ambiente (mas poderia ser da educação, da saúde ou segurança social, tudo menos nas funções tradicionais do Estado), em prejuízo de todos os outros (os loosers, contribuintes e consumidores) acabam, invariavelmente por se revelar economicamente desastrosas quando não, em simultâneo, danosas para com o que visavam "proteger". O caso do etanol, quer da primeira quer da segunda "geração" (etanol celulósico) é paradigmático

1 comentário:

Miguel Loureiro disse...

A área do Ambiente, é aquela em que a corrupção nasce como cogumelos, fruto da "informação" catrastrofista levada cabo com a associação dos media e dos "intelectuais", é uma farsa organizada e alimentada pela indústria, que paga a "informação"...